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Para responder à questão a seguir, leia o texto.
Pelo direito de vender meu rim
Menos da metade dos 34 mil pacientes que entraram na fila para obter um transplante de rim nos Estados Unidos em 2010 conseguiu um órgão. Essa realidade se repete em vários países. Milhares morrem todos os anos enquanto esperam o rim de uma pessoa já falecida. Por isso, precisamos aumentar a quantidade de doadores vivos. E pagar a eles é uma boa maneira de conseguir isso.
Falo com conhecimento de causa. No fim de 2011, eu me submeti a uma cirurgia para doar um rim a alguém que não conheço. Você pode achar uma loucura. Eu também achei quando ouvi pela primeira vez que pessoas doavam por puro altruísmo. Aquilo me soou bom demais para ser verdade. Ao me informar melhor sobre o assunto, porém, percebi que os riscos são mínimos. Apenas 1 em cada 3 mil morre na cirurgia. O pós-operatório foi melhor do que imaginei e, em 3 semanas, eu já estava de volta ao trabalho. Meu outro rim vai crescer e assumir a função do que foi removido. Hoje, sinto-me feliz por ter dado ao receptor cerca de 10 anos mais de vida.
O que me motivou foi fazer um bem a outra pessoa. Mas a compensação em dinheiro seria uma boa forma de convencer muita gente a fazer isso. Segundo especialistas, um valor entre US$ 30 mil e US$ 50 mil seria justo. O problema é que a lei americana proíbe esse tipo de comércio para evitar que aproveitadores obriguem gente muito pobre a vender o rim por uma ninharia.
(...)
*Alexander Berger, autor desse texto, é analista da GiveWell, uma organização sem fins de lucro que pesquisa instituições de caridade para ajudar doadores a decidir onde doar.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/pelo-direito-vender-meu-rim-680690.shtml>.
Acesso em: 23 ago. 2015.
Pela leitura do texto, podemos entender que seu objetivo é:
 

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