“O transcapitalismo contemporâneo prima por desterritorizar o trabalho e as mercadorias e por precarizar as condições e relações de trabalho, afetando sobremaneira as condições de vida dos trabalhadores e a sua capacidade de organização e resistência de lutas dos trabalhadores [..] a burquesia consegue articular e agregar os interesse dos capitais de todas as partes do mundo” (Mota, 2009, p. 11 e 16).
Na perspectiva analisada por Ana Elizabete Mota (2009) no texto acima, esse é um processo que aborda as transformações da produção capitalista no século XXI em que revelam algumas das evidências do capitalismo contemporâneo no mundo, incluindo o Brasil, do qual a autora denomina de