Para Guimarães (2017), a abordagem familiar e comunitária nos serviços de saúde deve evitar a reprodução da lógica:
da individualização, da subjetivação da vida social, da responsabilização, do (auto)cuidado, do empoderamento, que legitima transferência de responsabilidades, no apassivamento dos conflitos sociais e no não questionamento e obscurecimento do processo de exploração capitalista da força de trabalho.
da desresponsabilização, com subjetivação da vida social, da responsabilização, do (auto)cuidado, do empoderamento, buscando ampliar a transferência de responsabilidades, no apassivamento dos conflitos sociais e no não questionamento e obscurecimento do processo de exploração capitalista da força de trabalho.
da dependência, com subjetivação da vida social, da responsabilização, do (auto)cuidado, do empoderamento, buscando ampliar a transferência de responsabilidades, no apassivamento dos conflitos sociais e no não questionamento e obscurecimento do processo de exploração capitalista da força de trabalho.
do controle social, com subjetivação da vida social, da responsabilização, do (auto)cuidado, do empoderamento, buscando ampliar a transferência de responsabilidades, no apassivamento dos conflitos sociais e no não questionamento e obscurecimento do processo de exploração capitalista da força de trabalho.
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