A noção de cuidado assume, nesta perspectiva, papel de grande relevância quando se tem em alça de mira a população infanto-juvenil em função de suas características de desenvolvimento e crescimento dependentes. (MUYLAERT; DELFINI; REIS, 2015).
De acordo com diversas correntes teóricas, a prática de cuidado não é distribuída de modo homogêneo nas profissões de saúde nem tampouco entre as pessoas que assumem responsabilidades tutelares em relação à criança e ao adolescente, cabendo seu exercício: