Um paciente masculino de 45 anos, previamente hígido, compareceu à emergência médica com cefaléia fronto-parietal, Eva 10 (Escala Visual Analógica), acompanhada de lacrimejamento, obstrução nasal e náuseas durante a crise. Ele não apresentava dor entre um episódio e outro, mas na semana em que compareceu à emergência teve vários episódios durante o dia. Não possuía histórico prévio de cefaleia e nem houve traumatismo de crânio. Fez uso de analgésico, mas com poucos resultados. A pressão arterial encontrava-se em 120/80 mmHg e seu exame neurológico apresentava normalidade. A hipótese diagnóstica e conduta a ser seguida são, respectivamente,