Segundo Quadros (2005), “Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa”, diante do ato interpretativo de uma língua falada para uma língua sinalizada, e vice-versa, alguns preceitos éticos observados dizem respeito ao papel do profissional tradutor/intérprete ao realizar uma interpretação. Dados os itens seguintes,
I. Confiabilidade (sigilo profissional).
II. Parcialidade (tomada de partido, mas sem interferência, uma vez que não há interpretações totalmente imparciais).
III. Discrição (o intérprete deve estabelecer limites no seu envolvimento durante a atuação).
IV. Relativa aproximação pessoal (o profissional intérprete precisa conhecer bem seu cliente para que o ato interpretativo seja o mais fidedigno possível).
V. Fidelidade (a interpretação deve ser fiel; o intérprete não pode alterar a informação por querer ajudar ou ter opiniões a respeito de algum assunto; o objetivo da interpretação é passar o que realmente foi dito).
verifica-se que estão corretos