De acordo com Assumpção (2003), ainda hoje, o balé
clássico segue um código de normas que, seja ele francês,
italiano ou russo, não perde a rigidez, chegando ao ponto de
haver correções na angulação do rosto dos(as) bailarinos(as).
Esses, pela hierarquia que aprenderam a obedecer desde
muito cedo, permitem que modelem até mesmo seus rostos,
expressões e olhares, ressaltando, assim, o processo que a
autora denomina: