Segundo Gaudêncio Frigotto, nos anos 90, a presença dominante do pensamento empresarial na educação no Brasil explicita, claramente, que as competências que devem ser avaliadas são aquelas que os empresários indicam como desejáveis.
No plano pedagógico, as Diretrizes Curriculares Nacionais, traçadas para os cursos técnicos de Nível Médio, escancaram a perspectiva economicista, mercantilista e fragmentária mediante a pedagogia das competências e a organização do ensino por módulos, sob a ótica