O autor refere-se
ao ataque fulminante à França, promovido pelos exércitos coligados, a fim de redefinir as fronteiras entre as nações do continente e reestabelecer o equilíbrio de forças entre elas.
à invasão da França pelo exército nazista, que conduziu à assinatura de um armistício franco-alemão que dividiu a França em duas partes: zona ocupada e zona livre, colaboracionista.
à imobilidade das tropas francesas, provocada pela surpresa do ataque do exército austríaco, imbuído do sentimento de conquista do espaço vital, tomado em guerras anteriores.
à reação bélica dos estados desenvolvidos, atingidos pelas propostas civilizatórias dos franceses, justificadas por seu avanço técnico, científico e bélico no continente europeu.
ao declínio da República francesa, enfraquecida pelas lutas internas, entre os normandos e os defensores da democracia, que sucumbiu ao exército inimigo em franca expansão territorial.
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