Quando uma pessoa aprende a língua de sinais, incorpora também aspectos culturais relacionados aos seus contextos de uso social. Na cultura surda, além do nome, a pessoa recebe um sinal visual pessoal (ou “nome de batismo”) que a qualifica como membro de uma comunidade surda. Assim, ao se apresentar, além de dizer seu nome em datilologia, ela se apresenta pelo seu sinal, que lhe foi dado pela comunidade da qual faz parte, geralmente relacionado a uma característica visual ou atributo da pessoa, conforme exemplos:

Os exemplos acima correspondem:
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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