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Foram encontradas 40 questões.

Sobre a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, considere as seguintes afirmativas:

1. É assegurado a todos, independentemente do pagamento de taxas, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder.

2. Para obtenção de certidões em repartições públicas para defesa de direitos, é necessário o pagamento de taxas.

3. A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.

4. Os direitos e garantias expressos na Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.

Assinale a alternativa correta.

 

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Sobre a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, considere as seguintes afirmativas:
1. Somente a nomeação pode ser considerada como forma de provimento de cargo público.
2. É de quinze dias o prazo para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse.
3. Recondução é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e poderá decorrer de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.
4. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado, em valor equivalente a dois meses da remuneração ou provento.
Assinale a alternativa correta.
 

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Considerando a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, que regulamenta o inciso XXI do art. 37 da Constituição Federal e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, é inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial:
 

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Considerando a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, que regulamenta o inciso XXI do art. 37 da Constituição Federal e institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, é correto afirmar:
 

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976437 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Considere o seguinte trecho escrito em SignWriting:
Enunciado 976437-1
Assinale a alternativa que corresponde a esse trecho.
 

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976436 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Entre os dois tipos de tradução interlinguística definidos pela linguista Ronice Muller Quadros – a tradução-interpretação simultânea e a tradução-interpretação consecutiva –, esta última tem sido apontada como a mais incomum entre os estudiosos. Acerca das competências linguísticas e tradutórias desenvolvidas pelos TILS no ato de interpretação consecutiva, é correto afirmar:
 

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976435 Ano: 2016
Disciplina: Braille
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Numere os parênteses de acordo com sua correspondência com as seguintes figuras:
Enunciado 976435-1
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, da esquerda para a direita.
 

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976434 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Numere a coluna da direita, relacionando os conceitos de “modelos de tradução” com os respectivos exemplos.
1. Modulação: alterações semânticas ou estilísticas que mantêm o mesmo efeito geral de sentido no contexto específico. ( ) “PROCESSO MEDIAÇÃO AQUISIÇÃO TROCAR ADAPTAR CULTURA” para “processo de aculturação”.
2. Adaptação: solução que estabelece uma equivalência parcial de sentido para os fins do ato tradutório em questão, uma espécie de assimilação cultural entre texto-fonte e texto-meta. ( ) Uso das letras “D” e “A” do alfabeto manual para a abreviação da expressão “deficiente auditivo”.
3. Decalque: refere-se a uma palavra ou expressão emprestada da língua-fonte, submetida a certas restrições ou adaptações gráficas e/ou morfológicas para conformar-se às convenções da língua-alvo, não registrada nos dicionários da língua-fonte. ( ) Utilização do alfabeto manual para interpretar o nome próprio S-A-M-S-U-P-A-L-L-A.
4. Empréstimo: estratégia que é meramente uma cópia da língua de origem para a língua de chegada. ( ) CRIANÇA SURDA IGUAL para “Para a criança surda, a tarefa não é diferente”.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
 

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976433 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Inúmeros estudiosos dos estudos da interpretação apontam a “omissão” como um processo recorrente na atividade de interpretação simultânea, que ocorre sempre que um dado segmento textual do texto-fonte e a informação nele contida não podem ser recuperados no texto-meta. A partir do exposto, considere as seguintes relações de texto-fonte
TEXTO-FONTE (ORAL) TEXTO-META (SINALIZADO)
1. “Os surdos na América” AMÉRICA SURD@ AQUI (aponta para a mão aberta)
2. “[...] dois pesquisadores surdos americanos contam a história [...]” DOIS SURD@ O-QUÊ EXPLICAR HISTÓRIA
3. “livro maravilhoso sobre cultura surda” LIVRO MARAVILHOS@ TEMA CULTURA SURD@
Ocorre omissão no(s) exemplo(s):
 

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976432 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Utilize o texto-base “Descobrindo quem somos “nós”” para responder a questão.
Em um livro maravilhoso sobre cultura surda, chamado “Os Surdos na América”, dois pesquisadores surdos americanos contam a história de como uma criança surda adquiriu esse senso de “nós” e “eles”. Essa criança é Sam Supalla, hoje um renomado educador surdo e pesquisador universitário das línguas de sinais.
Sam nasceu em uma família de surdos com vários irmãos surdos mais velhos. Conforme seus interesses se voltavam para o mundo fora de sua família, ele conheceu uma garota que vivia ao lado de sua casa e que parecia ser da sua idade. Depois de alguns encontros, eles se tornaram amigos. Ela era uma companheira agradável, mas havia o problema da sua “estranheza”. Ele não podia falar com ela da mesma forma que falava com seus irmãos e seus pais. Ela parecia ter uma dificuldade extrema de compreender até mesmo os gestos mais elementares. Após umas poucas tentativas frustradas de conversa, ele desistiu e passou a usar gestos e apontamentos quando queria dizer algo ou ir a algum lugar. Ele ficou curioso sobre essa enfermidade estranha que a amiga tinha, mas uma vez que eles haviam encontrado uma forma de interagir, ele contentou-se em se acomodar às necessidades peculiares da garota.
Um dia, Sam lembra-se claramente, ele finalmente compreendeu que sua amiga era de fato excêntrica. Eles estavam brincando na casa dela, quando de repente sua mãe chegou até eles e começou a mover sua boca animadamente. Como que num passe de mágicas, a garota pegou seus brinquedos e os levou para outro lugar. Sam ficou intrigado e voltou para casa para perguntar a sua mãe de que mal, exatamente, a sua amiga vizinha sofria. Sua mãe explicou que ela era “ouvinte” e, por esse motivo, não sabia sinalizar; ao invés disso, ela e sua mãe “falavam”, movendo suas bocas para se comunicarem. Sam então perguntou se essa garota e sua família eram as únicas pessoas “desse tipo”. Sua mãe explicou que não, na verdade, quase todos eram como seus vizinhos. Sua própria família que era incomum. Foi um momento memorável para Sam. Ele lembra-se de ter pensado como era esquisita a garota ao lado e, se ela era “ouvinte”, como as pessoas “ouvintes” deviam ser esquisitas também.
Conforme crianças surdas como Sam vão se tornando adultas, elas aprendem valores culturais surdos de outros membros da comunidade. E o universo surdo é um universo em si bastante complexo, habitado por muito mais categorias do que as mencionadas aqui. Além de “surdos” e “ouvintes”, há também os “deficientes auditivos”, que caminham sobre uma linha que divide o mundo surdo do mundo ouvinte. Há também pessoas “oralizadas”, que abraçam o mundo ouvinte e se enxergam como ouvintes, não apresentando uma identificação direta com surdos usuários de língua de sinais.
A visão sobre “surdez”, sobre quem somos “nós” e quem são “eles”, portanto, vai depender das experiências compartilhadas por cada pessoa surda ao longo de seu desenvolvimento. Embora o fator biológico, o fato de não ouvir, seja um aspecto relevante, ele certamente não pode ser tomado como critério único da definição de “ser surdo”, tampouco como o critério para se definir quem se reconhece como pertencente à cultura e à comunidade surda.
(Extraído do livro “Aprender a ver” (Wilcox; Wilcox, 2005, p. 104-106)
Vamos supor que, como tradutor intérprete, você ouvisse o texto acima narrado oralmente em português, através de leitura fluente, gravado em arquivo audiovisual, e tivesse que vertê-lo para a língua brasileira de sinais em vídeo, no ato da leitura.
Essa prática é chamada de:
 

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