Albres (2010), considera que na interpretação oral, o profissional intérprete necessita de algumas habilidades e que pode usar recursos e alternâncias de velocidade da fala, a depender da sinalização do emissor, estando atento à sutileza ou agilidade no processo de sinalização. Conforme os recursos e habilidades apresentados pela autora, associe a segunda coluna com a primeira e assinale a alternativa que contem a sequência CORRETA da associação, de cima para baixo.
I) A entonação
II) Altura da Voz
III) A articulação
IV) A velocidade da fala
V) Capturar o perfil do Sinalizador
( ) Os estilos de comunicação variam conforme o estilo da pessoa, suas condições culturais, sociais e de personalidade. Nesse caso o intérprete tem certa autonomia para captação e imitação do texto-base, sempre levando em consideração as características culturais e linguísticas inerentes ao emissor.
( ) O profissional precisa ter uma boa voz, não essencialmente grave.
( ) Corresponde ao volume da emissão, ou seja, o grau de energia que é empregado; a força da voz. O intérprete deve conhecer seu próprio potencial vocal.
( ) Não há uma velocidade-padrão para falar. O intérprete deve acompanhar o ritmo do emissor que faz uso da língua de sinais.
( ) O intérprete deve expressar-se com clareza e propriedade em português, levando em conta os aspectos culturais e linguísticos e respeitando o registro usado no discurso original, mas uma boa articulação e pronúncia são essenciais. Assim, dicção significa a clareza, beleza, sensibilidade e inteligibilidade de comunicação da língua.