Lemos (2015, p. 1) afirma que “respeitando-se as particularidades de cada região, estado ou cidade, o professor de música pode desenvolver, ele mesmo, seu ‘repertório’, suas alternativas para trabalhar a música com seu coro ou grupo instrumental através da criação de arranjos compatíveis com a realidade técnica de seus alunos e da estrutura da sua escola para o ensino da música”. Com a finalidade de obter resultados satisfatórios para o aluno e para o professor, o arranjador deverá levar em conta alguns aspectos ao escrever um arranjo musical, quais sejam:
I. O equilíbrio entre os instrumentos disponíveis, respeitando, sempre que possível, a relação entre harmonia, ritmo, melodia, acompanhamento e sua hierarquia.
II. A vontade de cada aluno em tocar os solos e a melodia principal, tendo sempre destaque frente aos demais membros do grupo.
III. O quantitativo e o qualitativo de instrumentos disponíveis para fins de equilíbrio do conjunto.
IV. As notas obtidas nas disciplinas do currículo escolar.
V. As habilidades técnicas e conhecimento musical dos estudantes.
Quais estão corretos?