A mudança da denominação, "Doenças Venéreas" para "Doenças Sexualmente Transmissíveis" levou em consideração
Apenas a possibilidade de inclusão de outras infecções transmissíveis por relacionamentos sexuais.
A redução da culpa, historicamente, associada à primeira denominação e a possibilidade de inclusão de outras infecções transmissíveis por relacionamentos sexuais
A culpabilização, exclusivamente, do poder público com o avanço da epidemia da AIDS
A estigmatização dos doentes devido a associação entre DSTs, imoralidade e pecado.
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