“Espectador, que palavra feia! O espectador, ser passivo, é menos que um homem e é necessário re-humanizá-lo, restituir-lhe sua capacidade de ação em toda sua plenitude.”
(Augusto Boal, 1973).
Augusto Boal define como principal objetivo de sua Poética do Oprimido, transformar o povo, “espectador”, ser passivo no fenômeno teatral, em sujeito, em ator, em transformador da ação dramática. Para tanto, sistematiza um esquema composto por quatro etapas sucessivas, que deveriam ser seguidas conforme a ordem proposta. As terceira e quarta etapas referem-se, respectivamente, ao teatro como: