Segundo José Maria Jardim no trabalho intitulado A pesquisa como fator institucionalizante da Arquivologia enquanto campo científico no Brasil, publicado nos anais da I Reunião Brasileira de Ensino de Arquivologia realizada em Brasília em 2010 haveria três perspectivas possíveis em discussão sobre o campo arquivístico: aquela que concebe os estudos de arquivo como um campo autônomo, mesmo que auxiliar ao campo científico da História; aquela que concebe os estudos arquivísticos como uma disciplina constituinte de um subcampo da Ciência da Informação; e aquela que concebe os estudos arquivísticos como uma disciplina científica em permanente construção, por intermédio de relações interdisciplinares com: