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Para Marilena Leite Paes, no livro Arquivo Teoria & Prática (1991, p.14), a organização de arquivos como qualquer outro setor de uma instituição, pressupõe o desenvolvimento de várias etapas de trabalho. Essas fases se constituiriam em:
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No ano de 2006, a Revista Arquivo & Administração publicou o artigo POLÍTICAS PÚBLICAS ARQUIVÍSTICAS: PRINCÍPIOS, ATORES E PROCESSOS, de José Maria Jardim, no qual o autor reconhecia que, “ainda que timidamente, o tema políticas públicas arquivísticas vem encontrando um espaço cada vez maior como objeto de pesquisa na Arquivologia”. O autor discute as dimensões técnica e política do tema ao afirmar que “As ações resultantes das decisões que constituem as políticas públicas arquivísticas revestem-se, na maioria dos casos, de um caráter técnico-científico. No entanto, políticas arquivísticas existem para responder a problemas políticos do campo dos arquivos. Isto pressupõe, inicialmente, a necessidade de identificar e analisar estes problemas”. Provocando a reflexão sobre o tema o autor questiona “porque políticas públicas arquivísticas exigem tantos esforços na sua formulação, implementação e avaliação”? Visando responder ao questionamento do autor, assinale a opção que indica os obstáculos mais frequentes para as políticas públicas arquivísticas:
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Segundo Jesús Martín-Barbero (2010), citado por Anna Carla Almeida Mariz em Trabalho apresentado na Sessão Plenária do V Congresso Nacional de Arquivologia (2012), “A possibilita a visibilização local e mundial de nosso patrimônio, permitindo inclusive, de modo especial, o usufruto comum dos diversos patrimônios nacionais e locais latino-americanos. Por um lado, trata-se de democratizar, isto é, de aproximar o acervo patrimonial desses países a seus próprios cidadãos para seu conhecimento e usufruto, para o cuidado com a memória histórica ‘real’ – nem local nem homogênea, e sim plural – e sua apropriação por parte das diversas gerações e populações, até mesmo as mais afastadas das metrópoles. E por outro, trata-se de uma nova maneira pela qual nossas culturas podem estar no mundo, mostrando a riqueza da história e a criatividade do presente, desmontando clichês e estereótipos exóticos, atraindo turismo”.
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Conforme DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE REPOSITÓRIOS ARQUIVÍSTICOS DIGITAIS CONFIÁVEIS–RDCArq (2015, p. 21) “o Modelo de Informação do OAIS propõe o conceito de pacote de informação, que é formado pela informação de conteúdo e pela informação de descrição de preservação, encapsuladas e identificadas pela informação de empacotamento. A informação de conteúdo é o objeto de informação (objeto de dado + informação de representação) a ser preservado. A informação de descrição de preservação é a informação necessária para a adequada preservação da informação de conteúdo, e que pode ser categorizada como informação sobre:
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Segundo a UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a aplicação de um programa de gestão documental pode se dar em quatro níveis. Assinale a opção que especifica as exigências de cada um desses quatro níveis:
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Heloisa Liberalli Bellotto, no livro Diplomática e tipologia documental em arquivos (2008, p. 56), apresenta um glossário de espécies documentais. Assinale a opção que define o termo para o seguinte o conceito: “documento não diplomático informativo, horizontal ou descendente. Na administração colonial: documento anexado a certos expedientes, referindo-se a ações a serem executadas durante a tramitação. Em geral, redigidos por pessoal burocrático das várias repartições nos vários trâmites”.
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Segundo Heloísa Liberalli Bellotto no livro Arquivos permanentes tratamento documental (1991. p. 147), “Arquivos públicos existem com a função precípua de recolher, custodiar, preservar e organizar fundos documentais originários da área governamental, transferindo-lhes as informações para servir ao administrador, ao cidadão e ao historiador (...). No entanto, para além dessa competência que justifica e alimenta sua criação e desenvolvimento, cumpri-lhe ainda uma atividade que, embora sendo secundária, é a que melhor desenhar os seus contornos sociais, dando-lhe projeção na comunidade, trazendo-lhe a necessária dimensão popular e cultural que reforça e mantém o seu objetivo primeiro”. Trata-se de:
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De acordo com o Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-Arq Brasil (2009, p. 26), captura consiste em declarar um documento como um documento arquivístico, incorporando-o ao sistema de gestão arquivística por meio das seguintes ações:
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De acordo com as DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE REPOSITÓRIOS ARQUIVÍSTICOS DIGITAIS CONFIÁVEIS–RDC-Arq (2015, p. 7), conjunto de procedimentos e técnicas para assegurar a capacidade dos objetos digitais serem acessados face às mudanças tecnológicas que consiste na transferência de um objeto digital: a) de um suporte que está se tornando obsoleto, fisicamente deteriorado ou instável para um suporte mais novo; b) de um formato obsoleto para um formato mais atual ou padronizado; c) de uma plataforma computacional em vias de descontinuidade para outra mais moderna é o conceito de:
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José Maria Jardim afirma em artigo intitulado A pesquisa como fator institucionalizante da Arquivologia enquanto campo científico no Brasil, publicado nos anais da I Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia (2011, p. 53-55) que: “O conhecimento arquivístico, plasmado sobretudo em manuais, tinha como lócus fundamental a instituição arquivística pública, que, formal ou informalmente, foi e segue sendo espaço de formação de arquivistas. Muita empiria, vários métodos de ordenação documental e pouco adensamento teórico caracterizam a arquivologia, ‘disciplina auxiliar’ da história. (...) Após a Segunda Guerra Mundial, (...) o confronto com a grande produção de documentos pelas administrações públicas e a busca de soluções calcadas nos princípios da gestão de documentos provocaram deslocamentos nas práticas arquivísticas, bem como nas concepções do que é um arquivista e de como deve ocorrer a sua formação profissional. (...) Em alguns casos, cria-se uma visão fraccionada do fluxo arquivístico entre gestão de documentos e arquivologia. Menos ‘auxiliar da história’ e, nesse momento, mais ‘auxiliar’ da administração, a arquivologia teve ampliadas suas possibilidades teóricas, empíricas e metodológicas, sem, no entanto, revelar novos horizontes epistemológicos ou consolidar seu estatuto como disciplina científica. Esse quadro começa a ser alterado a partir dos anos 1990, como elementos que emergem a partir de meados dos anos 1980. Nesse cenário de mudanças, alguns aspectos merecem ser destacados”. Assinale a opção que apresenta um desses aspectos apontados por Jardim:
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