Emília Ferreiro (Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1991) aponta que, tradicionalmente, a alfabetização inicial é considerada em função da relação entre o método utilizado e o estado de maturidade ou de prontidão da criança. A autora defende ainda que o processo de aprendizagem (quem ensina e quem aprende) tem sido caracterizado sem que leve em conta o terceiro elemento da relação: a natureza do objeto de conhecimento envolvendo essa aprendizagem. Nesse sentido, percebe-se que a alfabetização é um processo de construção do conhecimento e, como tal, é desencadeada pela interação permanente entre: