Em contextos educativos que compreendem a criança
como sujeito de cultura, de direitos e de linguagem, a
rotina deixa de ser mero instrumento de ordenamento
temporal para configurar-se como espaço-tempo de
negociação simbólica, escuta ativa e coautoria
pedagógica. Tendo como base as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Infantil, a Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) e o pensamento de autores
contemporâneos da área, assinale a alternativa que
apresenta uma compreensão coerente e didaticamente
defensável sobre o papel da rotina na Educação Infantil.