Trecho da peça Dorotéia (1950), de Nelson Rodrigues:
“Eu era bonita, muito bonita. Mas um
dia percebi que a beleza era a minha desgraça.
A beleza é a perdição da mulher.”
A peça “Dorotéia”, de Nelson Rodrigues, rompe com o realismo tradicional ao introduzir elementos do absurdo, do grotesco e da teatralidade simbólica, sendo a peça que marcou o início do teatro moderno brasileiro, assim como o próprio autor, cuja obra inaugura uma nova linguagem cênica e dramatúrgica no país.