Provavelmente não é inútil, nessa fase, lembrar a conduta que vai nos servir de referência, isto é, a do linguista russo Roman Jakobson, que declarou: “A linguagem deve ser estudada em toda a variedade de suas funções.” Para isso, Jakobson propõe “um apanhado sumário relativo aos fatores constitutivos de qualquer processo linguístico, de qualquer ato de comunicação verbal” e elabora o famoso esquema de seis polos dos “fatores inalienáveis” da comunicação verbal, que em seguida foi retomado como esquema de base dos fatores constitutivos de qualquer ato de comunicação, e também da comunicação visual, é claro: emissor / mensagem / receptor / contexto / contato / código.
Qualquer
mensagem
exige,
em
primeiro
lugar,
um
contexto,
também
chamado
referente,
ao
qual
remete;
em
seguida,
exige
um
código
pelo
menos
em
parte
comum
ao
emissário
e
ao
destinatário;
também
precisa
de
um
contato,
canal
físico
entre
os
protagonistas,
que
permita
estabelecer
e
manter
a
comunicação.
O que Jakobson nos diz em seguida é que cada um desses seis fatores dá origem a uma função linguística diferente, conforme a mensagem vise a um ou a outro dos fatores.
Martine Joly. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 2010, p.56.
Assinale
a
alternativa
que
apresenta
reescritura
correta
do
trecho:
“e
elabora
o
famoso
esquema
de
seis
polos
dos
‘fatores
inalienáveis’
da
comunicação
verbal,
que
em
seguida
foi
retomado
como
esquema
de
base
dos
fatores
constitutivos
de
qualquer
ato
de
comunicação,
e
também
da
comunicação
visual”.