Um paciente de 40 anos vai ao consultório de Cirurgia Vascular com queixa de edema crônico progressivo em membro inferior esquerdo. Nega quadro de linfangite prévio. Durante o exame físico, foi observado que havia espessamento cutâneo na base do segundo artelho, quando se tentou realizar a preensão da pele dessa região. Percebeu-se que existia uma infiltração dos tecidos, impedindo a preensão adequada da pele. Este sinal é conhecido por: