Shine (2005) argumenta que o papel do psicólogo judiciário, como perito dentro de um processo judicial, pode variar, elencando algumas possibilidades de atuação do mesmo. Julgue os itens a seguir.
I O psicólogo judiciário, no papel de assistente técnico de um dos periciandos do processo, pode assumir o papel de perito “pistoleiro”, ou seja, defender seu cliente de forma incondicional, omitindo as informações que lhe podem prejudicar e ressaltando as que lhe podem auxiliar.
II O psicólogo judiciário, no papel de especialista convocado pelo juiz para realizar estudo de caso psicológico em determinado processo judicial, pode assumir o papel de perito “adversarial”, no qual ele desempenha a avaliação da forma mais imparcial possível, mas, uma vez concluído, deve se colocar de forma ativa e aberta em favor do genitor escolhido como o mais adequado.
III O psicólogo judiciário, no papel de especialista convocado pelo juiz para realizar estudo de caso psicológico em determinado processo judicial, pode assumir o papel de perito “imparcial”, no qual avalia imparcialmente os periciandos e deixa ao juiz o papel de decidir como eles exercerão, ou não, seu papel parental.
Assinale a alternativa correta.