Fábio, um homem solteiro com 38 anos de idade, faz parte de um grupo terapêutico há mais de 10 meses. Nas poucas vezes que participa do processo grupal, faz questão de deixar claro que é impecável em seus afazeres no trabalho, não deixando nenhum motivo para que reclamem de suas tarefas. Ele mantém, na maior parte do tempo, uma postura retraída, evitando posicionar-se por temer que os outros membros possam pensar que ele é muito carente ou, por outro lado, que ele é muito agressivo. Em alguns momentos, demonstra atitudes de descaso para com o grupo, mantendo um ar de superioridade e controle da situação. Já demonstrou se sentir ameaçado pela presença de um outro membro do grupo e geralmente fica mais à vontade nas sessões quando esse membro não está presente. Nesse caso, considerando o elenco de participantes de difícil manejo nas grupoterapias, é possível afirmar que Fábio é um participante do tipo