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1517395 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFPR
Orgão: HC-UFPR

Na estratificação da probabilidade diagnóstica de tromboembolismo pulmonar (TEP) em adultos (exceto gestantes), conforme o contexto clínico individualizado, são utilizados escores de avaliação, e exames laboratoriais e de imagem, segundo o Comitê de Guidelines Clínicos do ACP (American College of Physicians). Analise os cenários a seguir, considerando: paciente masculino de 35 anos, oriundo de população com baixa prevalência de TEP; para cálculo de probabilidade, utiliza-se os critérios de Wells; aplica-se os critérios PERC (Pulmonary Embolism Rule-out Criteria) na etapa preconizada quando aplicável; e D-dímero por ELISA (nova geração).

Em quantos cenários permite-se excluir TEP por meio do uso correto do algoritmo diagnóstico e das ferramentas complementares, isto é, sem desperdício de alguma etapa?

1. Wells: probabilidade baixa → PERC: todos critérios preenchidos → exclusão TEP.

2. Wells: probabilidade baixa → PERC: dois critérios não preenchidos → D-dímero: 330 ng/mL → exclusão TEP.

3. Wells: probabilidade baixa → PERC: um critério não preenchido → D-dímero: 560 ng/mL → AngioTC: negativa → exclusão TEP.

4. Wells: probabilidade intermediária → PERC: todos critérios preenchidos → exclusão TEP.

5. Wells: probabilidade intermediária → D-dímero: 380 ng/mL → exclusão TEP.

6. Wells: probabilidade alta → D-dímero: 470 ng/mL → AngioTC: negativa → exclusão TEP.

Em quantos cenários ocorreu a exclusão corretamente?

 

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