A C F G, 58 anos, masculino, branco, casado, policial aposentado, natural do RJ, reside em Belford Roxo, 2º grau incompleto. Paciente com história de hipertensão e diabetes há 10 anos, em tratamento irregular. Há cerca de 3 anos apresentou episódio de forte dor torácica difusa, em repouso, associada a opressão precordial, referida para o dorso e MSE. Nega dispneia e lipotimia. Procurou atendimento médico que evidenciou IAM anterior com supra de ST. Na época não fez uso de terapia de reperfusão. Evoluiu sem história de dispneia, palpitação ou síncope. Realizou cateterismo cardíaco no sétimo dia de internação, que revelou DAC obstrutiva no terço proximal de ACDA, associada a leve disfunção global de VE e hipocinesia ântero-apical, época em que fez implante de 2 stents farmacológicos na DA. Recebeu alta no dia seguinte assintomático, em uso de AAS, clopidogrel e demais medicações que não lembra. Após a alta hospitalar retornou às suas atividades habituais, incluindo atividade física como jogar futebol. Posteriormente suspendeu, por conta própria, o clopidogrel. Quatro meses após cessação do uso do clopidogrel, apresentou dor torácica difusa, em repouso, de forte intensidade, com sensação de peso, com irradiação para MSE, com duração de 1 hora, associado à sudorese fria e lipotimia, procurando atendimento médico.
A conduta a ser adotada, na falha do tratamento clínico, com base nas evidências científicas disponíveis é: