O Brasil, em 2022, contava com 18,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 8,9% da população
com 2 anos ou mais. Desse total, segundo o IBGE, apenas 24,3% das pessoas com deficiência tinham acesso regular à internet.
Tais dados revelam a urgência de políticas públicas educacionais e práticas pedagógicas que não apenas ampliem o acesso,
mas que também garantam a acessibilidade digital e comunicacional em sentido amplo. O educador deve adotar estratégias
pedagógicas que promovam a inclusão social e digital em sala de aula. Isso implica a seleção de tecnologias que atendam aos
diferentes tipos de deficiência — visual, auditiva, motora, intelectual e múltiplas — e que considerem diferentes linguagens:
visual, sonora, tátil, textual e simbólica (Lei n. 13 146/15). Para além da seleção adequada dos recursos, espera-se, também,
que o professor desenvolva nos estudantes as competências investigativas e científicas, capazes de produzir e disseminar o
conhecimento de forma crítica e colaborativa.
Durante o planejamento de uma sequência didática sobre a história e evolução da Computação, um professor decide criar um
material de apoio digital com recursos multimídia acessíveis. Considerando esse objetivo e o papel do professor discutido no
texto, propõe-se a produzir um(a)