Ao longo dos anos, a alfabetização escolar tem sido alvo de inúmeras controvérsias teóricas e metodológicas, exigindo que a escola e, sobretudo, aqueles profissionais que lidam com o desafio de alfabetizar se posicionem em relação às mesmas, o que certamente terá consequências para as práticas pedagógicas que irão adotar. A proposta construtivista, influenciada por Emília Ferreiro, defende uma alfabetização contextualizada e significativa, por meio da transposição didática das práticas sociais de leitura e de escrita para a sala de aula.
Nesse contexto, a alfabetização NÃO deve considerar: