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Leia a canção de Aldir Blanc e João Bosco:

De Frente Pro Crime

Tá lá o corpo

Estendido no chão

Em vez de rosto uma foto

De um gol

Em vez de reza

Uma praga de alguém

E um silêncio

Servindo de amém...

O bar mais perto

Depressa lotou

Malandro junto

Com trabalhador

Um homem subiu

Na mesa do bar

E fez discurso

Prá vereador...

Veio o camelô

Vender!

Anel, cordão

Perfume barato

Baiana

Prá fazer

Pastel

E um bom churrasco

De gato

Quatro horas da manhã

Baixou o santo

Na porta bandeira

E a moçada resolveu

Parar, e então...

Tá lá o corpo

Estendido no chão

Em vez de rosto uma foto

De um gol

Em vez de reza

Uma praga de alguém

E um silêncio

Servindo de amém...

Sem pressa foi cada um

Pro seu lado

Pensando numa mulher

Ou no time

Olhei o corpo no chão

E fechei

Minha janela

De frente pro crime...

Veio o camelô

Vender!

Anel, cordão

Perfume barato

Baiana

Prá fazer

Pastel

E um bom churrasco

De gato

Quatro horas da manhã

Baixou o santo

Na porta bandeira

E a moçada resolveu

Parar, e então...(2x)

Tá lá o corpo

Estendido no chão.

FONTE: https://www.letras.mus.br/joao-bosco/46513/. Acesso 20 mar 2018.

Na letra da canção, de Aldir Blanc e João Bosco, pode-se observar a reação de um conjunto de pessoas ao se deparar com o corpo de alguém morto no chão de um passeio público. A utilização de termos como “tá”, “prá” e “pro” indica

 

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