Historicamente concentrado na Bahia, essa atividade viveu uma expansão nos anos 50 e, a partir de então, mostrou um crescimento discreto. A Bahia de 1940 concentrava 95,24% da área cultivada do país e 96,06% da quantidade produzida. Dois outros estados contribuíam para a produção nacional e foram aumentando sua importância relativa: Pará e Espirito Santo. Também em Rondônia, chegou a ser plantado. Contudo, a primazia continua sendo baiana, com 83,57% da área cultivada do país e 79,52% da produção nacional, em 1996.
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil – território e sociedade
no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001)
Essas informações presentes em Santos e Silveira (2001) dizem respeito ao cultivo de