Na fraude da "bomba baixa" o consumidor paga por uma quantidade de litros, mas o tanque recebe menos combustível. Segundo o Ipem-SP, o golpe se sofisticou e hoje os fraudadores colocam um chip na placa das bombas e conseguem alterar remotamente o volume de litros entregue. O órgão estima que nos abastecimentos não entravam 40 litros no tanque e, sim, em torno de 38,4 litros.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia
Nessa fraude, quantos por cento a menos entravam no tanque de combustível do cliente?