A Terra é um planeta dinâmico, em continua transformação, resultado de processos que atuam em escala temporal de milhares, milhões e bilhões de anos e envolvem continentes, crosta e manto. Se ao longo de toda sua história a Terra tivesse sido fotografada do espaço a cada mil anos, e se estas imagens surrealistas fossem transformadas num filme, veríamos a superfície do planeta em constante mutação, com os continentes se deslocando, colidindo e se fragmentando, cadeias de montanhas se elevando e sendo erodidas e os mares avançando sobre os continentes para, logo em seguida, recuarem novamente. Assim, é nos limites entre placas que se encontra a mais intensa atividade geológica do planeta. (TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p.78).
No que diz respeito aos limites divergentes das placas tectônicas, está correto afirmar que: