Foram encontradas 30 questões.
No que diz respeito à Lei que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, a qual faz parte o IFPA e os Institutos Federais, assinale a alternativa correta:
Provas
O plano de carreira do magistério federal, no qual se insere o cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, foi resultado dos movimentos de luta dos trabalhadores da educação, dentre eles a greve da educação federal realizada em 2012, resultando na Lei nº 12.772, de 28 de dezembro do 2012. No que diz respeito ao desenvolvimento na carreira do referido cargo, podemos afirmar que
Provas
O corpo docente do IFPA é regido pelo regime jurídico único, o qual em seu texto legal apresenta uma série de afastamentos. Um deles é o afastamento para participação em programa de pós-graduação stricto sensu no país. Com base no art. 96-a e parágrafos subsequentes, o referido afastamento
Provas
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares Nacionais
- Outras Modalidades e Concepções de EducaçãoEducação profissional e tecnológica
A Educação Profissional de nível médio articulada, prevista na Lei de Diretrizes e Bases da educação brasileira, apresenta formas específicas para seu desenvolvimento. Qual das alternativas contém uma dessas?
Provas
A expressão “Revolução Verde” foi cunhada por William Gown em uma conferência realizada em Washington em 1966, se referindo ao conjunto de avanços nas técnicas de produção agropecuária que surgiram a partir de 1930. Essas mudanças incluíam a mecanização agrícola, o uso de fertilizantes químicos, pesticidas, herbicidas e sementes geneticamente modificadas. Embora tenha trazido inovações tecnológicas, a Revolução Verde teve impactos negativos significativos, tanto socioeconômicos quanto ambientais. Assim, a modernização agrícola no Brasil gerou também diversas crises ambientais, socioculturais e tecnológicas. Mediante tais pressupostos, identifique o fator central das crises contemporâneas associadas à modernização agrícola, conforme abordado no contexto brasileiro.
Provas
O espaço geográfico, em particular sua face urbana, frequentemente reflete os problemas socioambientais, como as favelas e moradias irregulares, surgindo da necessidade da população de baixa renda de ocupar espaços próximos às áreas nobres e comerciais, onde mais oportunidades de emprego estão disponíveis. Estes locais muitas vezes representam a única alternativa viável para aqueles sem recursos financeiros ou estabilidade pessoal para alcançar uma vida independente e digna, resultando em uma existência à margem da sociedade. À medida que o tempo avança e a cidade se expande, surgem novas áreas de interesse ou investimento, tornando valorosas regiões antes desvalorizadas e relegando a população de baixa renda a áreas ainda mais segregadas. Esse aumento nos valores do solo muitas vezes está relacionado à especulação imobiliária, onde os preços de propriedades e terrenos crescem muito mais rapidamente do que a economia e os salários dos trabalhadores no Brasil. Em 2022, o Brasil registrou um déficit habitacional de 6 milhões de domicílios, correspondendo a aproximadamente 8,3% do total de residências ocupadas no país. Comparado com os dados de 2019 (5.964.993), houve um aumento de aproximadamente 4,2% no déficit habitacional em termos absolutos (AGENCIA BRASIL, 2024).
Assim, a heterogeneidade dos indivíduos e a densidade populacional nas cidades condicionam a estratificação social urbana e a distribuição da população em parcelas distintas do espaço. Esse processo é intensificado pela especulação imobiliária, que promove a periferização e a expulsão dos mais pobres para áreas mais distantes, agravando as desigualdades sociais e a vulnerabilidade ambiental e social. Em diversas situações, as questões ligadas ao déficit habitacional estão ligadas à segregação socioespacial, que resulta na expulsão gradual da população de menor poder aquisitivo para áreas periféricas das cidades. Dentre as proposições abaixo, qual delas discorre o impacto da especulação imobiliária no processo de periferização e na qualidade de vida urbana?
Provas
A desindustrialização no Brasil tem sido um tópico de grande preocupação entre economistas e formuladores de políticas públicas. Desde a década de 1990, a indústria brasileira tem enfrentado desafios significativos, como a abertura econômica, oscilações cambiais e uma competitividade global crescente. A produtividade total dos fatores (PTF) é um indicador crucial para entender o desempenho econômico de um país, e no Brasil, a PTF tem mostrado uma tendência de queda desde os anos 1970. Estudos indicam que a queda na PTF é um dos principais fatores que explicam a perda de competitividade da indústria brasileira em relação a outras economias mais desenvolvidas. Além disso, a eficiência na utilização dos fatores de produção é outro aspecto fundamental, que pode ser mensurado através do modelo de fronteira estocástica de produção. Este modelo permite identificar a má-alocação dos recursos e propor políticas específicas para melhorar a eficiência dos setores industriais. Assim, a produtividade dos fatores de produção é um tema central no debate econômico do Brasil, especialmente, no contexto da estagnação da produtividade e a má-alocação de recursos produtivos (IPEA, 2022).
Avalie as seguintes afirmativas sobre a produtividade dos fatores de produção na indústria brasileira entre 2007 e 2019:
( )A produtividade total dos fatores (PTF) da indústria brasileira caiu aproximadamente 15,7% ao longo do período de 2007 a 2019.
( )Após 2016, os setores industriais brasileiros apresentaram um aumento na produtividade total dos fatores (PTF).
( )O setor de extração de petróleo e gás natural foi o único que apresentou um aumento expressivo na produtividade durante o período analisado.
( )A má-alocação dos recursos produtivos é apontada como uma das causas da baixa produtividade na indústria brasileira.
Provas
A partir dos anos 80 do século passado, teve início nova onda de inovações técnicas que constituiu a Segunda Revolução Industrial. Ela produziu o acesso a novas formas de energia, como a elétrica e a produzida pelo motor à explosão, e a novas modalidades de consumo, desde o automóvel e os aparelhos domésticos até a radiodifusão, a televisão, a medicina científica, etc. Assim como a Primeira, também a Segunda Revolução Industrial encurtou as distâncias mediante novas formas de transporte aéreo, aquático e terrestre e de telecomunicações. É claro que a infraestrutura sofreu imenso impacto em função da Segunda Revolução Industrial, com inúmeros efeitos sobre produção, distribuição e consumo. Destes todos, interessa destacar um, que teve o condão de fazer o capitalismo entrar em uma nova etapa. Trata-se da produção e distribuição em massa. [...] Finalmente, técnicas de produção em massa foram inventadas também para as indústrias de montagem, a começar pela de armas, depois máquinas de escrever e, finalmente, automóveis. A invenção da linha de montagem, por Ford, já no começo do século passado, é a culminância de um processo iniciado cerca de 50 anos antes. Quando a produção em massa começou a revelar seu prodigioso potencial, estas técnicas se difundiram por outros continentes, a começar pela Europa e, em seguida, pela América Latina e Ásia. [...] O resultado foi uma imensa centralização de capitais. Muitas empresas se fundiam ou as maiores adquiriam as menores, sempre no intuito de ampliar a escala de produção e distribuição. Em cada ramo industrial, o número de empresas caía e o tamanho das que restavam era cada vez maior. Havia, é claro, dificuldades em controlar e gerir efetivamente empresas que se tornavam gigantescas. Mas estes problemas já estavam sendo enfrentados, havia décadas, pelas grandes prestadoras de serviços públicos, sobretudo as ferrovias. A estrutura administrativa desenvolvida por estas empresas foi adaptada pelas indústrias que resultavam da centralização do capital. Generalizava-se o capital monopólico. O caráter dos mercados modificavase, pois os capitais monopólicos tinham poder para determinar seus preços em vez de aceitar os praticados no mercado. Os setores em que a produção em massa ainda não era possível, como a agricultura, ficaram em posição de franca inferioridade em relação aos que se tornaram monopólicos. [...] A lógica da centralização é produzir o monopólio. A maximização do lucro em ramos de produção em que ganhos de escala são significativos leva os capitais a se centralizar até constituírem uma só empresa. [...] A preservação do capitalismo é vital para todos os capitais, pequenos, médios e grandes. Por isso, coletivamente, a classe capitalista deseja preservar alguma descentralização dos capitais e alguma competição entre eles, apoiando a ação governamental que impede a monopolização da economia. [...] Os efeitos centralizadores da produção em massa também atingiram os sindicatos de trabalhadores. As multiempresas trataram de impedir de todas as maneiras que seus trabalhadores fossem organizados por forças hostis ao capital. Algumas recorreram à repressão violenta, outras promoveram a formação de “sindicatos de empresas”, que elas controlavam [...] (PAUL, 1998). A partir da leitura do texto, marque qual das alternativas é capaz de explicar o impacto da Segunda Revolução Industrial na centralização de capitais e na formação de monopólios.
Provas
As mudanças climáticas têm se mostrado um dos maiores desafios para o setor agrícola brasileiro, influenciando diretamente a produtividade e a sustentabilidade das culturas. A variabilidade climática e os eventos extremos, como secas e chuvas intensas afetam a disponibilidade de água e a fertilidade do solo, exigindo adaptações constantes dos agricultores para mitigar os impactos negativos. O desenvolvimento de políticas nacionais robustas em relação às mudanças climáticas é crucial para impulsionar a agenda internacional do clima, garantindo maior coesão e eficácia. Qual das seguintes estratégias é a mais eficaz para o setor agrícola brasileiro enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas?
Provas
Uma massa de ar pode ser descrita como um grande corpo horizontal e homogêneo que se desloca de forma distinta, podendo ter origem tanto tropical quanto polar, se formando em locais onde as condições são propícias para o desenvolvimento de vastos corpos de ar homogêneos e horizontais, geralmente em áreas extensas e uniformes. Locais com terrenos acidentados ou onde a terra e a água se encontram são desfavoráveis para o surgimento de massas de ar. Quando uma massa de ar sai da sua região de origem, ela pode sofrer alterações térmicas ou dinâmicas, por isso, elas são classificadas de acordo com suas regiões de origem e possuem características distintas que influenciam o clima global. Cada tipo de massa de ar é formado em uma região específica e possui propriedades que afetam diretamente as condições meteorológicas das áreas que atravessam. Identifique a principal característica das massas de ar formadas na região dos Alísios do Atlântico Sul.

Provas
Caderno Container