Na atual conjuntura de reestruturação produtiva, contrarreforma, de retomada de visões moralistas, há o risco de reatualização do serviço social dentro das concepções neoconservadoras. As demandas que o/a assistente social recebe têm cada vez mais um caráter individual e menos coletivo; assim, as ações mobilizadas em resposta tendem a ter um caráter individual.
Para transformar a demanda individual em coletiva, a intervenção profissional deve construir, junto aos usuários, novas estratégias e novas demandas, o que depende do posicionamento: