Lourdes, 58 anos, sofreu um AVC isquêmico há dois meses, com comprometimento motor moderado do membro superior
direito. Na avaliação funcional, apresenta capacidade de realizar abdução e flexão parcial do ombro e leve movimento de
pinça fina. A equipe interdisciplinar deseja intensificar a recuperação funcional do membro superior, otimizando engajamento, motivação e repetição ativa de movimentos complexos. Considerando as abordagens tecnológicas disponíveis e a
fase subaguda da recuperação neurológica, qual técnica é mais indicada para complementar a terapia convencional, visando
ganhos motores e funcionais?