Segundo a American College of Sports Medicine (ACSM), a prescrição de exercício deve ser individualizada, contendo os seguintes itens: tipo ou modalidade de exercício; intensidade; frequência; duração; forma de progressão; e, volume. Em programas de reabilitação cardiovascular e pulmonar ambulatoriais, o uso de testes máximos e submáximos para a prescrição de exercícios já é bem estabelecido. Na UTI, devido à variedade e complexidade das condições clínicas dos pacientes e à inviabilidade de aplicação de determinados testes, torna-se difícil seguir as recomendações da ACSM. Como fazer a prescrição da intensidade do exercício no paciente crítico, já que nem sempre é possível mensurar sua percepção de esforço?
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