A territorialização no âmbito da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) pressupõe manter o foco do planejamento e da ação nas particularidades locais, tendo como centro o contexto social e familiar. O enfoque territorial ultrapassa a noção de território administrativo e abrange as relações sociais, culturais, políticas e econômicas, além das organizações formais e informais, as formas de apropriação e interação com esse ambiente e os conflitos e os laços de solidariedade e de vizinhança existentes.
A atuação profissional, nessa perspectiva, passa pelo compromisso do poder público com a estruturação da oferta de serviços socioassistenciais compatíveis com demandas locais, o que equivale à atuação no plano