A psicologia comunitária, inspirada nas
proposições de Rappaport (1987) e Montero (2003),
desloca o foco da intervenção individual para a
promoção de autonomia coletiva e fortalecimento de
vínculos sociais. Ao enfatizar o conceito de
empoderamento, essa abordagem defende que “a
mudança social ocorre quando as comunidades
tornam-se agentes de suas próprias transformações”.
Assim, a prática comunitária em psicologia caracterizase por: