Dados do telescópio espacial James Webb (JWST) mostraram que um exoplaneta em torno de uma estrela na constelação de Leão possui alguns dos marcadores químicos que, na Terra, estão associados a organismos vivos. Em 2019, o telescópio espacial Hubble determinou que esse exoplaneta apresentava sinais de vapor de água, o que sugere a presença de água líquida na sua superfície. Atualmente, pensa-se que nele existem grandes oceanos. Agora, o JWST identificou dióxido de carbono, metano e sulfeto de dimetila na sua atmosfera. Na Terra, o sulfeto de dimetila é produzido por algas. Com o conhecimento atual, não se sabe como esse composto poderia ser produzido naturalmente sem uma forma de vida. A descoberta, portanto, sugere a possibilidade de vida alienígena nesse exoplaneta.
Tendo o texto apresentado como referência inicial, julgue o item a seguir.
Admitindo-se que a solubilidade do dióxido de carbono em água na temperatura do exoplaneta seja de 1,45 g/L, conclui-se que é possível que a sua concentração nos oceanos de lá atinja a marca de 1,0 mol/L.