Para Erick Hobsbawm (1995, p. 427), ao contrário dos EUA, que quase desde o início da Guerra Fria partiram para combater o comunismo soviético, durante várias décadas a URSS adotou uma visão essencialmente pragmática de sua relação com os movimentos revolucionários, radicais e de libertação do Terceiro Mundo. Apesar disso, em Cuba, “tudo empurrava o movimento fidelista na direção do comunismo”. Para o autor, isso se deu em razão, entre outros fatores: