Sobre a escolha do acesso vascular a ser utilizado, podemos afirmar
que a ultrassonografia é um exame que ganha destaque, uma vez que não prejudica o paciente, ao mesmo tempo em que possibilita a triagem vascular antecipadamente, mas não em tempo real, antes da canulação e orientação do cateter, com maior probabilidade de sucesso da punção.
que, em pacientes com difícil acesso intravenoso, estado de saúde crítico e sob serviços de emergência e/ou cuidados intensivos, a ultrassonografia favorece o mesmo número de tentativas de canulação periférica do que a técnica convencional.
que a ultrassonografia ajuda a confirmar onde o dispositivo intravascular está posicionado, aspecto que afeta diretamente as taxas de assertividade da canulação, mas não preserva a saúde vascular.
que o cateter intravenoso periférico é um procedimento aplicado em 70% dos pacientes hospitalizados em todo o mundo. O método mais comum para escolher um local de punção do cateter intravenoso periférico é inspecionar e palpar veias superficiais, procurando pontos de referência anatômicos.
que as veias profundas dos membros superiores são escolhidas principalmente para punção com cateter intravenoso periférico, uma vez que são as principais opções para a inserção de dispositivos intravenosos. No entanto, alguns fatores dificultam a localização de veias pela técnica de observação e palpação.
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