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1600552 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 43 anos de idade sofreu um acidente, em 2018, que a deixou paraplégica, com lesão medular traumática incompleta (lesão penetrante por projétil de arma de fogo) no nível de T2. No primeiro ano após a lesão, a paciente manifestou um quadro tetraplégico, sem controle esfincteriano e bexiga atônita, fazendo-se necessário o uso de sonda. Nesse período, ela não recebeu atendimento fisioterapêutico domiciliar, o que levou ao surgimento de úlceras de pressão, que, com o agravo, ocasionaram perda tecidual das regiões (trocantéricas, sacrais, isquiais). Atualmente, a paciente encontra-se em um quadro paraplégico, possuindo controle de esfíncter anal, porém, sem controle sobre o esvaziamento da bexiga, fazendo-se necessário o uso de fraldas. Locomove-se em seu ambiente domiciliar utilizando cadeira de rodas. Apresenta preservação de cognição e possui independência. Durante a inspeção, observam-se pés em plantiflexão, tônus muscular aumentado em membros inferiores e mobilidade de membros superiores preservada.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O índice de Barthel pode ser utilizado como critério de avaliação para essa paciente. Ele tem por função avaliar o grau de autonomia (independência) de um paciente, levando em conta 10 itens de mobilidade e cuidados com as atividades da vida diária (AVDs). Cada atividade possui um escore com pontuação que varia entre zero (dependente), cinco (necessidade de ajuda ou supervisão), 10 (parcialmente dependente) e 15 (independente), sendo que, ao final, são somados 100 pontos.

 

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