O barão do Rio Branco, ministro das Relações Internacionais entre 1902 e 1912, incentivou a reestruturação das Forças Armadas brasileiras, especialmente da Marinha.
A Argentina opôs-se ao programa de reaparelhamento militar brasileiro e, a partir de pressões diplomáticas, procurou impor tratados de limitação à expansão do armamento naval, o que foi rechaçado por Rio Branco, favorável à reestruturação dessa força.
(Maria Helena Capelato, O ”gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano.
Em: Carlos Guilherme Mota (org.), A experiência brasileira. A grande transação)
No contexto apresentado, segundo Capelato, a função fundamental da Marinha era