O envenenamento por picada de cobra é comum e constitui um problema de saúde em comunidades pobres em regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África e América Latina. Recentemente, os acidentes ofídicos voltaram a ser reconhecidos como uma doença tropical negligenciada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido às graves sequelas induzidas por envenenamento. De acordo com dados epidemiológicos disponíveis na literatura, estima-se que 2,5 milhões de casos de envenenamento ocorram a cada ano no mundo, levando a 25.000–125.000 óbitos. Eles também são responsáveis por cerca de 400.000 casos de incapacidades permanentes, como amputações de membros e contribuindo para o surgimento de complicações com acidente vascular cerebral... Em alguns países, os pacientes usam plantas de medicamentos populares como antivenenos.
Fonte: Phytochemical composition, antisnake venom and antibacterial activities of ethanolic extract of Aegiphila integrifolia (Jacq) Moldenke leaves, Toxicon, 2021.
Segundo a literatura, algumas espécies de plantas são usadas como tratamento alternativo para picadas de cobra. E para saber disso, pesquisadores realizam estudos sobre quais substâncias apresentam esse tipo de atividade, e a substância pectolinarigenina (figura a seguir), apresentou bons resultados contra enzimas presentes no veneno da cobra da espécie jararaca. Analisando a estrutura da substância pectolinarigenina, marque a alternativa CORRETA:
