Um paciente de 34 anos de idade, esportista, tabagista (10 anos-maço), sem outras comorbidades, vai ao consultório com queixa de dor precordial, em aperto, com possível piora ao esforço (não sabe especificar). Ele não relata melhora durante repouso. Seu pai, que era hipertenso, diabético e dislipidêmico, faleceu de infarto aos 72 anos de idade. O paciente possui ECG de repouso sem alterações. Com relação a esse caso clínico, a conduta mais adequada acerca da investigação (ou exclusão) de etiologia coronariana é submeter o paciente a