No dia 5 de agosto de 1955, houve vários eventos que lembraram a morte do major-aviador Rubens Vaz no atentado da rua Tonelero. Em cerimônia no Clube da Aeronáutica, o presidente do Clube Militar, Canrobert Pereira da Costa, fez um discurso severo, clamando pela união dos militares contra a qual estariam conspirando as “forças maléficas das paixões partidárias”. […] [O general Canrobert] disse também que o sistema político brasileiro era uma “mentira democrática” e que se vivia uma “psedolegalidade imoral e corrompida”.
(Carlos Fico, História do Brasil contemporâneo: da morte de Vargas
aos dias atuais. São Paulo: Contexto, 2015, p. 27)
No contexto apresentado, o general Carnobert