Uma mulher de 72 anos tem história prévia de diabetes, hipertensão arterial sistêmica, artrite reumatoide e fibromialgia. Encontra-se muito nervosa, com problemas familiares nos “últimos tempos” e vem ao pronto atendimento com dor torácica em “aperto”, de localização retroesternal, iniciada há 20 minutos, após discussão intensa com a filha.
Ao exame físico, encontra-se sudoreica, pálida, com PA de 180 x 92 mmHg, FC de 102 bpm, SpO2 a 97%. As auscultas respiratória e cardíaca estão dentro da normalidade. O eletrocardiograma apresenta taquicardia sinusal e supradesnivelamento de segmento ST de derivações da parede anterior. O ecocardiograma à beira leito mostra hipocinesia de segmentos mediais e apicais do ventrículo esquerdo, com hipercinesia basal. A paciente foi encaminhada para cineangiocoronariografia de emergência, na qual se constatou a ausência de placas obstrutivas.
Dentro do exposto, a hipótese diagnóstica mais provável é: