Sobre cidadania, indica-se que o professor de filosofia deve saber articular devidamente o tema, inclusive, é a orientação dada pelo PCN (ciências humanas e suas tecnologias) para o Ensino Médio, ou seja, o professor de filosofia deve ajudar potencializar discentes críticos e cidadãos: “Uma das funções do filósofo-educador consiste em dar elementos para o aluno examinar de forma crítica as certezas recebidas e descobrir os preconceitos muitas vezes velados que as permeiam” (PCN). Quanto ao termo “cidadania”, sendo esta a questão proposta, é inspirativo o que escreve a pensadora Hannah Arendt: “O que todos os filósofos gregos tinham como certo, por mais que se opusessem à vida na polis, é que a liberdade situa-se exclusivamente na esfera política; que a necessidade é primordialmente um fenômeno pré-político, característico da organização do lar privado; e que a força e a violência são justificadas nesta última esfera por serem os únicos meios de vencer a necessidade – por exemplo, subjugando escravos – e alcançar a liberdade” (ARENDT, 2008). O problema da cidadania em Arendt denuncia uma confusão entre
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