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1327943 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Quem vê cara...
Sírio Possenti Na semana passada, uma manifestação da jornalista potiguar Micheline Borges causou furor. Escreveu diversas bobagens em uma das redes, mas a mais cretina foi que médicos cubanos não têm aparência de médicos. “Essas médicas cubanas têm uma cara de empregadas domésticas”, tascou.
O que é uma cara de empregada doméstica? De cor negra?
Vendo a foto de Micheline, não consigo saber nada sobre ela: se o cabelo é realmente loiro ou se é pintado; se é sabidinha ou burrinha; se namora ou não; se é ou não bissexual; se gosta de forró ou não; se é jornalista ou garota de programa; se fez plásticas ou se sempre foi assim etc.
Não dá para saber nada pela cara. Nem dela nem de ninguém, porque ninguém tem cara de nada, nem nada se define pela cara. Em suma: vendo sua cara, não tenho a mínima ideia do que ela seja.
Mas lendo seu post, apostei que é burra. Lendo seu pedido de desculpas, confirmei que é um texto estúpido e grosso. Predicados que, possivelmente, provenham de sua autora.
Disponível em: terramagazine.terra.com.br/blogdosirio/blog/2013/09/05/decoreba/ Acesso em: 12 set. 2013
Baseando-se nos fatores de coesão textual propostos por Fávero (2006), analise as afirmativas a seguir, colocando (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) No terceiro parágrafo, o item referencial ‘ela’ é um elemento gramatical que representa a jornalista Micheline Borges, podendo ser ele interpretado semanticamente por seu sentido próprio.
( ) Em “Escreveu diversas bobagens em uma das redes, mas a mais cretina foi que médicos cubanos não têm aparência de médicos”, a conjunção ‘mas’ é um elemento coesivo que contribui para a progressão temática, constituindo um caso de coesão sequencial por conexão.
( ) No terceiro parágrafo, o recurso coesivo por reiteração é observado nas várias construções paralelas usadas pelo autor, uma vez que este reutiliza as mesmas estruturas às quais acrescenta, porém, novos conteúdos semânticos.
( ) No texto, as pró-formas pronominais de terceira pessoa – sua e seu – retomam elementos já expressos anteriormente e constituem um recurso coesivo por reiteração.
( )Em ‘Escreveu diversas bobagens em uma das redes...’, observa-se, como um recurso de coesão textual por substituição, a elipse da expressão ‘a jornalista potiguar Micheline Borges’.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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