“Os espaços escolares e sua organização precisam refletir a vontade de incluir, não só com construção de rampas, banheiros acessíveis, sinalização e alargamento de corredores, mas com posturas pedagógicas que incentivem a livre circulação de todos os alunos [...]” (BOSCO et al. 2010, p. 12).
Sobre a organização espacial e estrutural da escola inclusiva, o texto contido no fascículo referente à surdocegueira e à deficiência múltipla (BOSCO et al. 2010), resguarda que:
I. Tão somente para os alunos com deficiência, faz-se necessário repensar a organização espacial da escola e da sala de aula, o que pressupõe a mobilidade dos alunos com surdocegueira.
II. Para todo e qualquer aluno, é necessário repensar a organização espacial da escola e da sala de aula, o que pressupõe a mobilidade dos alunos com surdocegueira.
III. Esse espaço deve ser sinalizado unicamente em braile. Dessa forma, os alunos com surdocegueira devem ser incitados a circular neles.
IV. Salas de aulas fechadas em si mesmas, organizadas com carteiras em fila, nas quais os alunos não se confrontam e nem mesmo se enxergam frente a frente, não favorecem o clima de busca e descoberta que deve permear toda atividade de aprendizagem.
Das afirmativas acima, estão corretas: